quinta-feira, 24 de maio de 2012

CONVIDAMOS PARA O LANÇAMENTO DOS LIVROS DA COLEÇÃO NOSSA HISTÓRIA NA FEIRA DO LIVRO


25 DE MAIO – 18h30
CENTRO CULTURAL PALACE

Fundadores: a saga de Manoel Fernandes do Nascimento

AUTOR: José Antonio Correa Lages
26 DE MAIO – 15h00
CENTRO CULTURAL PALACE

Relações de Trabalho agrícola na região de Ribeirão Preto
1945 a 1985

AUTORA: Iliane Jesuína Silva Doresti

27 DE MAIO – 15h00
CENTRO CULTURAL PALACE

O coronel e seu quintal: Joaquim da Cunha Diniz Junqueira e Ribeirão Preto durante a Primeira República

AUTOR: Alexandre Ferreira Mattioli
28 DE MAIO – 18h30
CENTRO CULTURAL PALACE

O engenheiro Antônio Soares Romêo e a modernização urbana de Ribeirão Preto nos tempos do café

AUTORA: Elaine Cristina Caun
29 DE MAIO – 18h30
CENTRO CULTURAL PALACE

Viver cinema: o Cineclube Cauim e seus trinta anos de história
1979-2009

AUTOR: Valter Martins de Paula

02 DE JUNHO DE 2012 – 16h00
CENTRO CULTURAL PALACE

MESA DE DEBATE SOBRE HISTÓRIA DE RIBEIRÃO PRETO

PARTICIPAÇÃO DOS 10 AUTORES DA COLEÇÃO NOSSA HISTÓRIA

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Participação da Rede de Cooperação no Simpósio Internacional de Histórias Públicas.

As pesquisadoras  Adriana Silva e Lilian Rodrigues de Oliveira Rosa representarão a Rede de Cooperação Identidades Culturais no Congresso Internacional Histórias Públicas, com o trabalho "INVENTÁRIO NACIONAL DE REFERÊNCIAS CULTURAIS - Referências culturais do café em Ribeirão Preto". O evento ocorrerá em São Paulo, entre os dias 16 e 20 de julho de 2012, na USP.

A comunicação oral que será apresentata fará reflexões sobre os resultados do INRC (Inventário Nacional de Referências Culturais) aplicado em Ribeirão Preto, SP. O projeto foi implementado por um grupo multidisciplinar de pesquisadores reunidos na Rede de Cooperação Identidades Culturais, entre os anos de 2009 e 2011. Teve como objetivo mapear e identificar as referências culturais ligadas direta ou indiretamente ao período entre 1870 e 1950, quando o município teve papel de relevância econômica na produção cafeeira nacional. A questão que norteou a pesquisa era se Ribeirão Preto possuía uma paisagem cultural do café, no sentido de conservar bens culturais materiais e imateriais que mantivessem relações simbólicas com a população ribeirãopretana. O texto divide-se em duas partes: na primeira são expostas as reflexões que surgiram ao longo da atividade de pesquisa e representam fundamentalmente o fruto dos debates entre a equipe multidisciplinar de pesquisadores. Em seguida, apresenta-se a metodologia do INRC e relata os resultados quantitativos e qualitativos.

As inscrições para novas comunicações orais ainda estão abertas.

CONFIRA:



quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pesquisadores da Rede de Cooperação retomam os trabalhos

No dia 06 de março os pesquisadores que fazem parte da Rede de Cooperação Identidades Culturais retornaram aos trabalhos para o ano de 2012. Com o novo cronograma o G2 (Edificações), decidiu que irá rever os imóveis do Centro da cidade, que já foram selecionados, como forma de triagem e para a realização da caracterização arquitetônica. O G3 (Saberes, Fazeres, Formas de Expressão e Celebrações), retomou as entrevistas com os informantes do Centro. Para esse ano a Rede irá finalizar o Inventário do Centro até o mês de Julho, juntamente com o pedido de tombamento do Centro Histórico. No segundo semestre serão abordadas as fazendas de café e as estações ferroviárias, tanto do sítio Ribeirão Preto quanto do sítio Bonfim Paulista.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Relatório da Fase 2 do Inventário de Referências Culturais em Ribeirão Preto


Adriana Silva
Secretária da Cultura de
Ribeirão Preto

Difícil explicar para o jornalista que insiste em perguntar o que é a Rede de Cooperação Identidades Culturais. Ele exige materialidade, nós entregamos conceitos, metas, objetivos, cronograma e então a matéria se perde na pauta do jornal e da TV.
Tem sido assim ao longo dos dois últimos anos. Nem todos conseguem dimensionar a importância da proposta do Inventário de Referências Culturais de Ribeirão Preto. Mas o trabalho, ainda em curso, já provocou mudanças, interferiu e, o mais importante, capacitou tecnicamente gestores e pesquisadores.
Hoje sabemos mais, muito mais. E, sabemos ainda, o que é muito significativo, onde devemos chegar. O que era vulnerável está se tornando aparente. O que era conhecimento de poucos está sendo registrado, o que Ribeirão Preto escondia está sendo revelado.
A Secretaria da Cultura que era tão somente promotora se tornou parte de um processo de gestão administrativa amplo e participa ativamente do projeto de Revitalização do Centro da cidade, até pouco tempo restrito a outras setores da administração, é consultada e se tornou condutora de importantes iniciativas de ocupação de vazios urbanos, é proponente de leis de incentivo e de proteção do patrimônio, interfere no Plano Diretor e tem sido ouvida, pois se apoderou, nos últimos dois anos, de conhecimentos que refletem o que a cidade foi e, por isso, aquilo que ela se tornou.   
O Inventário de Referências Culturais que está sendo realizado pela Secretaria da Cultura a partir de convênio com o Iphan, parceria com instituições de ensino superior e entidades organizadas, que juntos formam a Rede de Identidades Culturais. O INRC não é simplesmente um instrumento de peso cultural, é sim uma ferramenta de gestão que não pode ser ignorada se o objetivo é propor o fortalecimento das relações entre o cidadão e sua cidade.
É com esta certeza, que resulta de dois anos de intensa atividade de pesquisa, que apresentamos o Relatório da Fase 2 do INRC (2011) à comunidade de Ribeirão Preto e às instituições que fazem parte da Rede como membros e parceiros.  
Adriana Silva

Secretária da Cultura




Acesse o documento completo do Relatório no link: http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/scultura/relatorio_2.pdf